Eu nunca goste de folia. Mas também nunca passei um carnaval em São Paulo. Vamos ver como será essa experiência… Depois conto pra vocês!
Muita paz e positividade!
A vida não falha. Uma hora ou outra ela coloca em nosso caminho tudo aquilo que tem que ser.
Cada um que vem a esse mundo, vem com uma missão, com um destino… uma VIDA. A gente não sai dela por um acaso. Tudo tem um porque, até mesmo o animalzinho que vem parar na sua família, um mero reencontro, as pessoas que você ama, seus amigos, o trabalho, seu namorado, o marido, seus pais… Na verdade, somos todos irmãos, que vem nesse mundo com laços pré destinados…. O que tiver que ser, será. Não tem como mudar. Viva!
E você ainda acredita que só sobrou um restinho de amor?
A todo momento vemos por aí, pessoas dizerem que ama outras pessoas. Passa alguns meses, talvez anos, e essas pessoas estão amando outras pessoas.
Eu acredito que a gente ama apenas uma vez na vida! Não existe resto de amor, pelo menos pra mim.
O amor é um sentimento único que fica guardado dentro do peito!
Por isso, ame intensamente! Se apaixone todos os dias pela mesma pessoas! Faça tudo que tiver vontade, com moderação.
Deixe a razão de lado, afinal quem faz feliz é a emoção!
… é a cadência bem marcada que o baião tem!
Dançar forró sempre foi uma terapia pra mim. Lá eu deixava toda a minha tristeza, saudade, amor, paixão… Dançar forró sempre foi esquecer de um mundo lá fora e viver apenas a dança, o xote, o xaxado, o baião…
Dançar forró sempre foi esquecer do problemas, das provas, da escola, da faculdade, dos amores mal resolvido…
A primeira ‘balada’ da minha vida foi um forró… Minhas amigas foram crescendo, a maior parte delas, se distanciando do forró, e eu lá, firme e forte… dançando! Cansei de ouvir que no forró só tinha gente feia, música chata, etc e tal. E eu lá quero saber a cara das pessoas que vão ao forró? Afinal, como diz o ditado: ‘Quem vê cara, não vê coração’. Foi no forró que vive momentos intensamente felizes, foi no forró que construí muitas amizades … foi no forró que deixei meus problemas… foi do forró que eu saí aliviada depois de uma quarta-feira de muito trabalho… foi do forró que eu fui muitas vezes direto pro colégio (na época de kva, em 2000… rs), foi do forró que eu fui muitas vezes direto do trabalho e foi pro forró que eu fui muitas vezes depois da faculdade.
É… a vida passa, e taí uma eterna paixão: forró!
“Não há nada igual o forró… bom de ver, de ouvir e dançar”
Em meio a tantas palavras a mais difícil de achar uma definição é saudade.
Em vários tipos se apresenta: umas mais dolorosas, outras mais conformadas, algumas até felizes, por incrível que pareça. Mas, a mais confusa e misteriosa é aquela que é simplesmente o misto de todas elas. Peço sua licença, caro leitor, para dedicar este parágrafo para falar da dor que este sentimento pode causar, para dizer que a dor não deveria ser assim: sem remédio e nem tão pouco cura.
Alguns dizem que o tempo apaga a dor, eu por outro lado, penso que esse substantivo abstrato e estranho pode ser sim abafado com o passar de muitas horas, mesmo assim dependendo da sua intensidade. Tem dor que causa saudade. E tem saudade que causa dor.
Tem saudade que vem com alegria, mas também tem alegria que trás saudade. E nós ficamos pensando positivo, tentando lembrar tudo que já nos falaram, mas então o que nos vem à cabeça é um certo abraço.Forte,poderoso.
E essa lembrança nos faz sentir um aperto involuntário no peito e desse aperto surge uma lágrima quente que escorrega sutil e vagarosamente pelo canto do rosto, que é para nos fazer sentir vivos de novo.
Existem aqueles relacionamentos que a gente sente que não passa de um rolinho, e existe aquele que desde o primeiro dia você percebe que é ELE.
Comigo foi mais ou menos assim. Conheci o homem da minha vida, a pessoa que posso chamar de ‘meu’, meu amor… eterno amor! É engraçado como o destino coloca a pessoa certa na hora exata em sua vida. Parece novela, mas não é. É amor, muito amor. É destino. Quando é pra ser, é.
Sabe quando você sente que é pra sempre? É isso o que sinto.
Vamos falar mais de amor, mais de paz, mais de sorriso, mais de felicidade. Quer saber, não vamos falar nada – vamos abraçar mais, vamos fazer mais cafuné, vamos sentir o perfume, vamos beijar mais, cuidar mais….
Cuidar da família, do namorado, dos amigos, de quem precisa, da natureza, das crianças, da vida. Da nossa vida. Chega de falar, vamos fazer.
Ame as pessoas de graça!
“Na varanda….A criança se debruça”. Quando somos crianças, nossos pais morrem de medo que fiquemos na varada do apartamento, afinal as coisas ali são vista pelo alto… E se você cair, já era. Talvez seja por isso, que hoje em dia, a maior parte dos apartamentos já possuem rede. O que muitos não percebem é que pela varanda é possível enxergar o mundo de uma forma diferente, sem poluição, violência e dor. Não conseguimos ir tão longe, a ponto de ver o lixo no chão, a fumaça do carro, o cocô do cachorro, a pessoa roubando, a outra sofrendo.
Na varanda é possível ver um mundo desejável, do alto, repleto de paz…. É posível enxergar mais de perto as estrelas, as nuvens e as coisas raras que Deus preparou para nós.
“E a noite vem, sendo o descanso do sol… E a ponte vem sendo a distancia de quem tá só… Um sol com a cabeça na lua
A lua que gira, que gira, que gira…” Da varanda as fotogrofias da lua cheia ficam ainda mais linda, e se for a varanda de um apartamento no praia, melhor ainda, você enxerga a lua refletindo no mar.
*As citações foram tiradas da música “Na varanda”, de Fernando Anitelli
E lá estava ela, pensando só, ali com seus botões. Tinha mania de se perguntar. E perguntava. Mas nem sempre se respondia. Vai saber porque diabos se perguntava tanto sobre tantas coisas. Talvez porque já tivesse perguntado pra muita gente por aí. Talvez, muita gente por aí, não tivesse conseguido responder tanto sobre tantas coisas. Gostava de se refugiar nas ramificações frondosas de seus próprios pensamentos. A janela aberta sugeria paisagens de outras árvores, rios, vilarejos, cidades…grandes e pequenas. Desde pequena, questionava como as cobras, leões ‘brotavam’ nas florestas. Para onde as pessoas vão depois que morrem. São tantas perguntas sem respostas.
E se não der certo. E se o amor acabar. O ‘se’ que confunde ainda mais. E se não valer a pena. Talvez a melhor maneira de viver a vida é não questionar muito, apenas viver. Quem sabe, ela consiga.
Sempre fui apaixonada por bolas de sabão. Tudo tão simples e tão lindo. Tudo tão puro.
Quando criança, meu avô me levava ao parque para andar de bicicleta e fazer pique-nique, e lembro como se fosse hoje, como insistia para ele comprar bolas de sabão. Também adorava ganhar aquelas bolas gigantes e algodão doce cor de rosa.
A gente cresce e esquece de lembrar, que as coisas mais lindas da vida, estão no simples.
Uma pena, não termos mais tempo para assoprar o detergente e formar lindas bolas….
Uma pena, não termos mais ao nosso lado pessoas fascinantes, assim como meu avô! Tenho saudades da coca-cola que esperava ansiosamente na sexta-feira e dos passeios com ele.